Blog da Feraz

Hoje colocamos oficialmente a Feraz no ar tanto aqui no site como nas mídias sociais.

A Feraz nasceu de uma ideia acalentada há muito tempo, de compartilhar nosso conhecimento e de termos um negócio que possa nos sustentar de maneira digna.

E, como mostramos no curso “Transformando Ideias em Projetos”, a ideia é a alma do projeto e, se essa ideia é singular, ela pode se transformar em algo muito maior – um projeto, um negócio, um coletivo, uma empresa ou organização!

Da primeira ideia ao produto final que vocês estão vendo foram 10 meses de muito trabalho – pesquisa, desenvolvimento e produção de conteúdo.

E começamos do começo – criamos nossa missão, pensamos na nossa proposta de valor, identificamos nosso público-alvo e avaliamos os recursos necessários.

Mas ainda tínhamos algumas dúvidas sobre a viabilidade financeira do projeto. Teríamos retorno suficiente? Então fomos buscar dados no mercado e discutir nossa proposta de valor com representantes do nosso público-alvo.

Descobrimos, por meio de uma busca nos dados que o IBGE e o IPEA deixam abertos ao público, que no Brasil existem 400 mil ONGs que empregam 2,3 milhões de pessoas (dado de 2016).

Olhando para o mercado da cultura, por meio de dados do Ministério da Cultura, vimos que as atividades culturais criativas apresentam um cenário empresarial de 200 mil empresas, empregando cerca de 1 milhão de pessoas.

Acreditamos que nosso produto atenderá ONGs e projetos culturais de pequeno e médio porte, cerca de 64%, do total, e que teremos penetração maior em regiões urbanas, onde há melhor disponibilidade de acesso à internet. Fazendo as contas, chegamos a um potencial de quase 1,3 milhões de alunos.

Ou seja, como negócio, a Feraz tem potencial de público para sustentá-la.

Faltava ainda nos certificar que nossa proposta valor funcionava para nosso público-alvo. Fomos então conversar com produtores culturais e diretores de teatro, cinema e dança. Falamos com responsáveis e funcionários de ONGs de médio porte e com gestores de grandes fundações. Nesse momento refinamos nossa proposta e nosso modelo comercial.

Por fim, levantamos os recursos necessários para colocar o projeto de pé – desenvolvimento de site, recursos gráficos, criação de conteúdo, filmagem, edição, etc. Fizemos as contas de quanto teríamos que investir e fizemos um cronograma de cada etapa.

É claro que nem tudo saiu conforme o planejado. Muitas coisas deram mais trabalho, ou custaram mais caro, ou ainda subestimamos os passos a serem dados, sem contar os bloqueios criativos durante a escrita do conteúdo.

Mas, olhando para trás, da ideia até agora, trouxemos para a realidade algo estava apenas na nossa cabeça.

Fizemos uma ideia acontecer do zero.

Esperamos poder contribuir para que muitas pessoas, assim como nós, descubram seu potencial e transformem suas ideias em realidade que vão ajudar a movimentar nossa economia e nossa sociedade.

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